quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Resenha de A Batalha do Apocalipse

Por Diego Medeiros

Esta postagem já foi feita no meu outro blog, mas caso algum leitor da Letícia Prado ainda não conheça, aí vai uma dica muito boa. Irei falar sobre o livro de autor nacional já famoso e reconhecido, principalmente no meio nerd, Eduardo Spohr. O primeiro livro dele que eu li e adquiri foi A Batalha do Apocalipse: Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo. Nunca tinha ouvido falar do livro ou do autor até dar de cara com a obra na livraria Saraiva em Juiz de Fora. Quando li a orelha e vi que era um autor nacional, na hora resolvi comprar, e em poucas semanas eu devorei o livro.


Sinopse Oficial: Há muitos e muitos anos, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, erguendo armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.


Mais eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra Medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana: é também uma jornada de conhecimento, épico empolgante, repleto de lutas heróicas, magia, romance e suspense.

O que eu achei: Cara, não tem palavras para descrever o livro além de MUITO BOM! É uma parada épica, que fez e ainda faz o sucesso merecido não é à toa. Quem lê e tem imaginação vê em sua cabeça uma super produção de cinema, batalhas épicas e lutas absurdas. Fora que a trama foi muito bem bolada e o autor ainda consegue inserir um romance no meio. Não canso de ler e reler, e digo que hoje Eduardo Spohr e seu universo são os meus maiores influenciadores. Foi depois de ler esse livro e ver que um autor nacional está dando certo, que me animei e Luz da Lua: A Caçada do Imortal deslanchou.

Personagens favoritos: De longe é o vilão Apollyon. É aquele tipo de vilão que não quer poder, dinheiro (claro, é um anjo), nada além de destruir e destruir. Não é à toa que tem a alcunha de O Destruidor. Eu o compararia ao Vegeta de Dragon Ball Z em matéria da sua rivalidade com o protagonista Ablon, mas Apollyon não tem um lado bom, é perverso até o final!

O que eu não gostei: Do Lúcifer. Sei lá, acho que foi mesmo a intenção do autor deixar ele meio... caricato. Mas em alguns momentos ele é engraçado de tão ridículo, e sem querer dar spoiler, ele tem um final bem... merecido!

Recomendo? Nem preciso, o livro já é best-seller há tempos... Mas se alguém ainda não leu, tá perdendo tempo... Assim como Hollywood, que ainda não procurou o autor para transformar em filme. Iria ficar MUITO, MAS MUITO BOM!



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